Projecto da Disciplina de Projecto 3º Ano NTC
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Testes de Interacção dos Docentes e Usabilidade da Mesa

Entrega Versão Beta

testes versao beta

Actualização das funcionalidades DeCATouch

Lista de bugs protótipo (código, funcionalidades, layout)

Módulos a desenvolver na versão beta

Testes de Interacção dos Docentes

Protótipo de Alta Fidelidade agora com lente

Entrega de Protótipo de Alta Fidelidade

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Sexta reunião de orientação

Aos vinte e quatro dias do mês de Março de dois mil e dez, pelas catorze horas e trinta minutos, realizou-se na Universidade de Aveiro, no Departamento de Comunicação e Arte, mais precisamente na sala dos laboratórios, “21.2.1”, a reunião de orientação semanal do projecto Decatouch, em sessão ordinária, presidida pelo professor Nuno Ribeiro (Professor proponente e orientador do projecto) e secretariada pelos Capitães Mhytra, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1º. - Verificação do trabalho realizado, respectivo à terceira entrega, o protótipo de baixa fidelidade;

2º. - Revisão de algumas linhas do protótipo de baixa fidelidade com vista à sua melhoria;

3º. - Implementação da FrameWork “GestureWorks”, juntamente com o Flash

4º. - Informações úteis sobre os programas Flex e Flash.

No início da sessão, antes do primeiro ponto da ordem de trabalhos, foi lida e aprovada por unanimidade a acta resultante da reunião anterior.

Relativamente ao primeiro ponto, foi analisado o trabalho já efectuado até à data, nomeadamente no que diz respeito à elaboração do protótipo de baixa fidelidade. Foram então passadas algumas informações úteis por parte do orientador, com a finalidade de melhorar o respectivo protótipo.

Tomando em conta essas informações e passando para o segundo ponto da ordem de trabalhos, foram então corrigidas e elaboradas algumas componentes do protótipo.

No que diz respeito ao terceiro ponto, foi proposto pelo grupo junto do orientador, após algumas pesquisas e testes efectuados durante a semana, a implementação da “FrameWork GestureWorks”, que tem como objectivo melhorar o nosso projecto, pois esta Framework incorpora algumas bibliotecas de gestos que serão significativamente úteis para a qualidade do produto final. Verificou-se então a viabilidade da sua implementação e foi, posteriormente, implementada juntamente com o Flash.
 

Para finalizar a sessão foram dadas mais algumas luzes, para a racionalização de recursos de programação em Flex com Actionscript 3. É de salientar que estas orientações são bastante úteis, pois permitem  um avanço mais rápido no aumento dos conhecimentos e significativa melhoria no desenvolvimento do trabalho.

Sem mais nada a tratar foi dada por terminada a sessão.

Os elementos do grupo:
Dinis Simões
Francisco Baião
Rui Silva
Samuel Traquina


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publicado por rui-miguel às 16:54

editado por fjsbaiao às 17:26

Sexta-feira, 26 de Março de 2010
Demo/ Protótipo de baixa fidelidade

A terceira entrega da unidade curricular de Projecto pressupõe a elaboração de um protótipo de baixa fidelidade. Um protótipo desta natureza permite-nos, apesar de facultar testes limitados, de uma forma simples e de baixos custos, a análise e verificação de ideias. Como sistema demonstrativo que pretende ser, este protótipo tem o objectivo de elucidar acerca das potencialidades do projecto assim como de auxiliar na validação de requisitos funcionais e técnicos.


Ao longo de duas semanas de trabalho, foi pensada e elaborada uma demo que, de uma forma autónoma, fosse capaz de apresentar tanto a área de backoffice como a de front-end que compõem o projecto DecaTouch.


Assim, foi pensado exibir o projecto através da realização de um vídeo recorrendo, para a componente backoffice, a um Screen Capture, para o qual utilizámos o software Screen Toaster (http://www.screentoaster.com) uma vez que esta aplicação é gratuita e on-line e, para a componente de front-end a uma animação em Flash, simulando, deste modo, o fluxo de interacção (um de entre os possíveis). De salientar que, na captura de ecrã do backoffice, de forma a facilitar a identificação dos momentos de interacção do rato, se activou a opção de mostrar a localização do ponteiro.


O protótipo de baixa fidelidade começa por uma breve apresentação do projecto, efectuada através da inclusão de alguns vídeos ilustrativos de alguns exemplos do uso de mesas multitoque  (http://vimeo.com/10192559, http://vimeo.com/6331556, http://vimeo.com/8660060 e http://vimeo.com/5206660), permite apresentar o conceito do projecto seguindo-se depois para a apresentação do backoffice. Aqui, através da supramencionada captura de ecrã, serão demonstradas as diversas áreas a que os diferentes utilizadores (administrador, professor e aluno) têm acesso. Uma vez que algumas das funcionalidades são semelhantes a todos eles, e com o intuito de não tornar a demo repetitiva, apenas serão apresentadas as que diferem. Desta forma, para a conta de administrador apenas será demonstrada a funcionalidade que o distingue dos restantes utilizadores (remoção de trabalhos), para o utilizador aluno será evidenciada o envio de trabalhos de que é autor (assim como a sua edição, activação/inactivação e aprovação de comentários aos mesmos) e, para o utilizador professor, apenas se mostrará a possibilidade de validar os trabalhos submetidos pelos seus alunos. Uma vez que as opções de registo e de login são iguais para todos os tipos de utilizador, essa acção apenas será revelada uma vez.


Após o preenchimento dos formulários, o protótipo avança para a componente de front-end onde, por não haver utilizadores diferenciados, apenas se evidenciará aquilo a que o utilizador padrão terá acesso. Nesta componente de front-end, a demo consiste, como já foi referido, numa animação realizada em Flash e exportada em formato Mov de modo a que as animações dos Movie Clips não se percam. Nesta animação, cujos conteúdos foram produzidos com recurso a Pixel Art, surge um personagem que se encaminha para a mesa multitoque e que irá apresentá-la. Essa apresentação, em que se revelam algumas possibilidades de interacção com a mesa, através de gestos predefinidos, quer para, por exemplo, escolher o curso sobre qual se pretende ver conteúdos, quer para interagir directamente com os mesmos (escalar e rodar, por exemplo) é acompanhada, sempre que necessário, por indicações textuais que ajudam a explicar ou a contextualizar ao utilizador informações importantes sobre aquilo que ele pode/deve fazer em determinado momento do fluxo de interacção.


Em suma, pensamos que a construção deste protótipo pode trazer um conjunto alargado de benefícios ao desenvolvimento do nosso projecto, tais como reduzir a incerteza sobre as funcionalidades do sistema, atenuar os riscos de, numa fase avançada do trabalho, verificar se existem falhas nos requisitos o que levaria ao surgimento de problemas graves, e, por exemplo, permitiu demonstrar a utilidade e especificidade do nosso projecto. 
As três componentes que constituem o protótipo foram editadas com recurso ao software Adobe Premiere Pro.

Dinis Simões
Francisco Baião
Rui Silva
Samuel Traquina



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publicado por samueltraquina às 14:15

editado por dinisadriano às 19:28

Segunda-feira, 22 de Março de 2010
Quinta reunião de orientação

Aos quinze dias do mês de Março de dois mil e dez, pelas dezassete horas, reuniu-se, na Universidade de Aveiro, no Gabinete do professor Nuno Ribeiro, o grupo de trabalho DeCATouch, em sessão ordinária, presidida por Nuno Ribeiro (Professor proponente e orientador do projecto) e secretariada pelos Capitães Mhytra, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.º - Estabelecimento de ligação entre o CCV e Flash
2.º - Modelação da Base de Dados
3.º - Orçamentação


No início da sessão, antes do primeiro ponto da ordem de trabalhos, foi lida e aprovada por unanimidade a acta resultante da reunião anterior que havia ocorrido uma semana antes, no mesmo local e à mesma hora. Em seguida, e ainda antecedendo o ponto primeiro, o grupo de trabalho reportou as experiências que tinha vivenciado no fim-de-semana anterior aquando da sua ida, nos dias 13 e 14 de Março, a um workshop de interfaces multitoque, promovido pela Associação Audiência Zero. Em suma, o grupo referiu a utilidade deste workshop no esclarecimento de algumas dúvidas sobre a construção de uma mesa multitoque e no estabelecimento de alguns contactos para a aquisição do material necessário para a construção da mesma, do qual resultou o orçamento que será abordado no ponto terceiro da presente acta.

A uma mesa redonda sentados, com os PCs e o MAC ligados, arrancou-se para mais uma sessão de trabalho. A tarefa do estabelecimento de ligação entre o CCV e o Flash, que já na semana anterior havia começado a ser um problema, ocupou uma boa parte da presente sessão. Os testes foram sendo efectuados com recurso a um iPhone e, após um sem número de tentativas goradas, eis que os primeiros resultados começam a surgir, havendo o primeiro feedback positivo. Ainda assim, e apesar das diversas experiências (com recurso a diferentes aplicações) verificou-se, no final da presente reunião, que as bibliotecas disponíveis não satisfazem as nossas necessidades pelo que ter-se-á que continuar a investigar outras soluções ou enveredar pela programação das acções necessárias à prossecução dos nossos objectivos.

No que diz respeito ao segundo ponto da ordem de trabalhos, modelação da Base de Dados, há a destacar que a mesma está em estado bastante avançado, faltando apenas alguns ajustes. É de notar que ao nível das entidades e das relações entre elas, a base de dados evoluiu bastante durante esta sessão, estando praticamente finalizada, havendo a realçar o facto de se ter acrescentado a possibilidade de se colocarem trabalhos em formato de texto, não contemplados até ao momento.  

Relativamente à orçamentação, resulta, tal como referido em posts anteriores, do elevado custo associado à construção da mesa e após o supramencionado workshop em que foi possível ter uma melhor noção do material necessário e das melhores opções de compra. Esse orçamento foi efectuado com o objectivo de ser apresentado à direcção de curso.   

E nada mais havendo a tratar, o Professor proponente e orientador do projecto deu por finalizada a reunião de trabalho pelas dezanove horas e trinta minutos , da qual se lavrou esta acta, que não vai ser assinada, nos termos de uma coisa qualquer, mas que vai ficar presente neste post para a posteridade.

Os elementos do grupo,


Dinis Simões
Francisco Baião
Rui Silva
Samuel Traquina


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publicado por fjsbaiao às 22:59

Terça-feira, 16 de Março de 2010
Workshop - Interfaces Multitoque

Nos dias 13 e 14 de Março, o grupo participou num workshop de interfaces multitoque, promovido pela Associaçao Audiência Zero, que visou os seguintes conteúdos programáticos: métodos e técnicas de construção; construção de multitoque FDI (Front Difused Illumination); construção de multitoque LLP (Laser Light Plane); implementação Aplicações Flash, Processing, OpenFrameworks. O workshop foi bastante importante para o grupo tirar algumas dúvidas relativamente à construção de uma plataforma multitoque, e também de certa forma perceber como começar a desenvolver a nossa aplicação. Foram igualmente estabelecidos alguns contactos com vista à aquisição dos vários componentes necessários para a construção da plataforma que o grupo pretende construir.

Workshop - Interfaces Multitoque

Os elementos do grupo:

Dinis Simões
Francisco Baião
Rui Silva
Samuel Traquina



publicado por rui-miguel às 11:39

editado por fjsbaiao em 23/03/2010 às 11:261

Sexta-feira, 12 de Março de 2010
Estudos de Requisitos Funcionais e Viabilidade Técnica

Para a elaboração dos estudos de requisitos funcionais e viabilidade técnica recorreu-se, em primeiro lugar, à construção de duas tabelas [PDF tabelas] que sistematizam as opções em cada um dos estudos e cuja leitura não deve ser realizada em separado do texto abaixo.

 

1.Requisitos funcionais

 

O projecto Decatouch divide-se em duas áreas: backoffice e front-end, sendo a primeira destinada à inserção e administração de conteúdos para serem disponibilizados na segunda, que consiste numa plataforma multitoque que servirá de “montra” ao Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.

 

1.1 - Backoffice - Esta área de backoffice (web-based) tem três tipos de utilizadores (professor, aluno e adiministrador) requerendo todos eles registo e login (sendo que este registo apenas será necessário caso não seja possível usar uma conta de utilizador universal da Universidade de Aveiro). O administrador, para além do registo e login, apenas poderá proceder à remoção de trabalhos da base de dados. Por sua vez, o aluno pode, para além das funções de registo e login já enunciadas, introduzir trabalhos da sua autoria, assim como proceder à sua edição, tornar activos ou inactivos essses mesmos trabalhos e aprovar os comentários que lhes sejam feitos. O professor registado, em adição às funcionalidades referidas para o utilizador aluno, pode tornar activos e inactivos não só os trabalhos por si realizados como os dos alunos das suas disciplinas como também tem a responsabilidade de validar os trabalhos por eles submetidos.

Optou-se por esta divisão de funcionalidades para não permitir o uso indevido do serviço, ou seja, impedir que sejam colocados conteúdos por parte dos alunos que não sejam relevantes para a temática do projecto.

Elegeu-se esta forma de gestão de conteúdos (em deterimento de outras opções, como por exemplo via Wireless, Bluetooth, pen USB a partir da própria mesa) por ser mais rápida e fácil de implentar devido às dimensões de tecnologias que o grupo não domina e que pretende vir a integrar no projecto.

Os trabalhos introduzidos serão catalogados por curso (NTC/Design/Música), uma vez que o projecto pretende abranger todos os cursos do Departamento, por tipo (imagem, web, vídeo, música e interactivo – com formulário respectivo conforme o tipo de ficheiros a enviar) e ano lectivo.

 

1.2 - Front-end - A área de front-end vai servir, no fundo, para disponibilizar os trabalhos inseridos na área funcional previamente descrita. Nesta plataforma multitoque poder-se-ão filtrar os trabalhos mediante a catalogação feita na base de dados (curso – ntc, design, música –, tipo – imagem, web, vídeo, música e interactivo – e ano lectivo) e visualizar cada um deles em pontos diferentes do interface, permitindo o uso simultâneo por vários utilizadores. Em cada um destes trabalhos será possível inserir comentários, com o auxílio de um teclado virtual. Para além disso terá disponível uma navegação pelo campus universitário efectuado com o auxílio da biblioteca MapsTouch para uso com o googlemaps.

No que concerne à visualização e interacção com os trabalhos poderá, em qualquer tipo de trabalho, proceder-se aos escalamento, reposicionamento e rotação dos mesmos. No entanto, cada tipo de trabalho terá funcionalidades de visualização específicas, sendo que, no caso do vídeo exibir-se-á um player vídeo, na eventualidade de ser um trabalho de música, um player de áudio, na possibilidade de ser um site web surgirá um screenshot acompanhado de um formulário para envio do link referente ao mesmo para um mail definido pelo utilizador através do previamente referido teclado virtual, e finalmente se o trabalho visualizado for do tipo interactivo (em que só serão permitidas aplicações de flash) aparecerá, mais uma vez, o teclado virtual que permitirá a navegação na aplicação referida, no caso desta ser realizada com o rato, estamos convictos de que as acções de multitoque substituirão o uso do mesmo.

Em suma, em relação à plataforma front-end, pode dizer-se que se tomaram estas funcionalidades como opções por nos parecerem ser relevantes para o âmbito do projecto. Tiveram-se em conta outras funcionalidades que não chegaram às opções finais, nomeadamente a inclusão de uma visita guiada pelo DeCA com fotografias de 360º. Pareceu-nos que estas iriam, não só distraír o utilizador do foco central do projecto, como também que seriam tarefas em que a nossa atenção se iria diluir em deterimento das funcionalidades tidas como prioritárias no projecto.

 

2.Viabilidade técnica

 

2.1.1 – Backoffice (aplicações) - No que diz respeito aos requisitos funcionais identificados para a área de back-office, em que necessitaremos de um Sistema de Gestão de Base de Dados que irá possibilitar o controlo quer ao nível dos utilizadores como ao nível dos conteúdos por eles introduzidos, apresentamos as três soluções estudadas. A primeira delas, a escolhida pelo grupo por conter linguagens abertas e por o grupo se sentir mais à vontade com a sua utilização como o PHP e MySQL, conta ainda com a vantagem de poder recorrer a um conjunto de software de baixo custo (pois entre os programas apresentados - Dreamweaver, EMS SQL Manager for MySQL 2010, XAMPP, MySQL Workbench e Notepad ++ - apenas os dois primeiros não são de acesso gratuito). Por outro lado, apresenta como desvantagens o facto de o código ficar disponível no servidor, permitindo a sua consulta e o facto dessas linguagens não serem compiladas.

A segunda opção, que seria recorrer à linguagem ASP (recorrendo a Visual Studio, Dreamweaver e Access), traria como desvantagens o facto de se ter de recorrer a linguagens proprietárias (necessitando de servidor da Microsoft), a que se acrescenta a questão do preço mais elevado a pagar pelos softwares de edição. Para além destes pontos que consideramos negativos, o grupo teria a necessidade de passar por mais um processo de aprendizagem (para além daqueles que já terá derivado à especificidade do projecto) uma vez que não domina as linguagens em questão. Em contrapartida, o recurso a esta solução traria a vantagem da utilização de variáveis de aplicação, disponíveis para o uso do servidor.

A terceira solução apresentada, recorreria à aplicação Flash Media Server (FMS) que apresenta, basicamente, os mesmos problemas da solução anteriormente enunciada: linguagens de proprietário (neste caso da Adobe), softwares de custo elevado e a necessidade por parte do grupo em aprender novas linguagens, apresentando, pelo contrário, a vantagem de ser uma linguagem compilada.

 

2.1.2 - Backoffice (frameworks) - A nível de frameworks, iremos utilizar, nesta área de back-office, jQuery que se apresenta com as vantagens de ser cross-browser, de necessitar de pouco processamento e de possuir boa documentação sendo o único senão encontrado pelo grupo, o facto do suporte ser efectuado apenas pela comunidade.

 

2.1.3 - Backoffice (hardware) - A nível de hardware apresentamos, igualmente, três opções que estão directamente relacionadas com as três soluções apresentadas a nível de aplicações, no que diz respeito à componente de back-office do nosso projecto. Assim, e uma vez que a nossa escolha recaiu na linguagem PHP, a componente de hardware será assegurada por um servidor Linux com suporte para PHP. Acrescenta-se a esta característica a possibilidade deste tipo de servidor suportar outras tecnologias e ainda o facto das linguagens serem Open Source, a que acresce o baixo custo desta solução. Como aspecto negativo desta solução poderemos apontar o facto de, sendo ela Open Source, o suporte é apenas efectuado pela comunidade.

A segunda opção, que serviria a solução com recurso à linguagem ASP, iria usar um servidor Windows com suporte para ASP que teria na fiabilidade, segurança e robustez a sua grande vantagem. No entanto, relativamente à opção por nós eleita, esta representaria um custo mais elevado e um investimento da nossa parte na aprendizagem de novas linguagens.

Por fim, a solução que poderia recorrer a um Flash Media Server teria como vantagem o desempenho que se poderia obter, mas, pelo contrário, haveria um custo elevado pelo alojamento, ter-se-ia que usar linguagens e softwares Adobe e, tal como na opção anterior, seria necessário que o grupo aprendesse novas linguagens.

 

2.2.1 – Front-end (aplicações) - No que diz respeito ao front-end algumas soluções foram estudadas, sendo que, das soluções referidas na tabela que apresenta o referido estudo, o grupo vai optar, no que concerne a aplicações e linguagens, pela opção que diz respeito ao PHP, MySQL, AMFPHP e AS3, sendo que as aplicações utilizadas para o efeito são o XAMPP, Dreamweaver ou Notepad++, EMS SQL Manager for SQL 2010, Flash, Flex e Tbeta (CCV)[link]. Esta escolha foi feita devido às facilidades de integração destas tecnologias umas com as outras bem como à variedade de exemplos disponíveis nas linguagens escolhidas para aplicações do mesmo género. Ainda neste aspecto há que referir que, apesar do grupo ainda não ser muito experiente, se considera profícua a inclusão destas linguagens e aplicações no projecto, conferindo-lhe uma vertente de inovação para a qual teremos o maior apoio possível, sendo que o orientador é bastante experiente nas aplicações consideradas nesta opção. Há ainda que referir que em todas as soluções estudadas no âmbito das aplicações para o front-end de multitoque, teria que ser utilizado o protocolo TUIO[link] bem como a aplicação FLOSC[link], sendo que estes são necessários à comunicação entre qualquer tecnologia escolhida para a construção do artefacto físico propriamente dito (entenda-se a mesa multitoque) e a aplicação em AS3 (desta solução ou de qualquer uma das outras estudadas nas aplicações do front-end).

 

2.2.2 – Front-end (API's, bibliotecas e frameworks) - No que toca às API's, bibliotecas e frameworks presentes na área funcional do front-end refere-se a opção da TouchLib[link], MapsTouch[link] e Greensock[link] (entre outras bibliotecas de tweens como esta última) como sendo a escolhida pelo grupo, sendo que a utilização da mesma não exclui o uso da opção referida como GestureWorks[link], sendo que o único problema desta última é o seu preço. Nestas opções pode mencionar-se a escolhida como a mais fiável e acessível, sendo que a biblioteca TouchLib já contém muitas das funções de navegação multitoque que o grupo pretende utilizar e tendo ainda em conta que a opção da utilização do Flash Player 10.1 ainda é experimental e está em versão beta, não havendo certezas de que o lançamento da versão final seja efectuada antes da finalização do projecto.

 

2.2.3 – Front-end (hardware) - Ainda no que diz respeito ao front-end, mas no campo dos hardwares utilizados, pretendemos optar pela tecnologia LLP[link], sendo que esta, é mais fiável no reconhecimento de áreas de toque, desde que usando uma quantidade de lasers que consiga abranger toda a superfície da mesa, embora sem reconhecimento de pressão ou de fiduciais. Esta técnica de contrução será, provavelmente, a mais cara de entre duas das mencionadas (LLP e FTIR), sendo que o preço dos lasers, raros no mercado nacional, encarece a construção. Ainda assim e, por não precisar de incluir uma superfície de silicone e por poder funcionar numa qualquer superfície que não seja o acrílico (muito embora talvez cheguemos a utilizar este mesmo material), o grupo vai eleger esta tecnologia sobretudo pela sua facilidade de montagem, sem molduras para sustentar uma grande quantidade de LEDs, coisa que acontece na tecnologia FTIR[link] também mencionada na tabela que apresenta os estudos efectuados. Finalmente, e apesar da fiabilidade da Reactable, esta não constitui uma opção possível para o projecto, visto ser tida como extremamente fora das possibilidades financeiras estabelecidas para o projecto (mesmo que o Departamento seja generoso a financiar o projecto).

 

2.3 – Testes (aplicações) - Finalmente, para o plano de testes e prototipagem, vão ser utilizadas três aplicações sendo que o SimTouch é a aplicação para a qual se escolhe uma área de actuação no monitor do utilizador, sendo possível simular o multitoque com o rato, adicionando vários pontos e mexendo cada um deles individualmente, utilizando a aplicação isoladamente. Cumulativamente podem ser usados o FLOSC para usar uma miniT (como a caixa que já elaborámos da qual se pode ver um vídeo no blog do grupo) ou a aplicação Select Server[10], que pode estabelecer um protocolo com um dispositivo móvel como um iPhone, podendo utilizar o monitor multitoque deste para interagir com área definida no SimTouch. Com cada uma destas aplicações será necessário utilizar, mais uma vez, o supracitado protocolo TUIO e transversal às aplicações multitoque a ser desenvolvidas. Estas opções vão ser utilizadas frequentemente tanto nas suas demais combinações como o SimTouch em separado, dependendo das plaformas multitoque que o grupo tiver disponíveis a cada momento do processo de prototipagem. Consideram-se ser, sobretudo, baratas, visto serem todas open source, e práticas, permitindo a produção de protótipos com o recurso a tecnologias que o grupo já possui ou que não precisam que uma montagem complexa.

 

2.4 - Conclusão

Em suma pode-se afirmar que na origem das nossas escolhas estiveram tanto razões de ordem financeira como razões de ordem técnica (seja por melhor domínio por parte dos elementos do grupo relativamente a algumas linguagens comparativamente com outras estudadas, seja pela expectativa de melhores resultados de uma determinada tecnologia). Por fim, importa salientar que há algumas decisões que, neste momento, não são ainda definitivas pois, por um lado, como foi referido, há software que se encontra em fase de testes, e cujo uso poderá ser vantajoso caso a versão final saia atempadamente e, por outro lado, há ainda algumas indefinições sobre qual o software a ser usado na programação em AS3 (se Flash, se Flex, se ambos). Finalmente, tal como já foi enunciado anteriormente, mediante as possibilidades financeiras poderemos ter de abandonar a preferência pela técnica de construção LLP em deterimento da FTIR, reforçando a intenção de que LLP é a opção prioritária a seguir.

 


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publicado por samueltraquina às 15:00

Glossário de referências DecaTouch

FLOSC – Gateway de comunicação entre protocolo TUIO e aplicações Flash (AS3)

FTIR (Frustrated Total Internal Reflection) - técnica de construção de superfícies multitoque que funciona com LEDs (Light-Emitting Diodes) de luz infra-vermelha
FTIR

Tbeta (Community Core Vision) – aplicação que, através de uma entrada de vídeo, efectua o reconhecimento de luz e retorna coordenadas e tamanhos das áreas de toque

GestureWorks – biblioteca paga de métodos de interacção baseada em gestos multitoque para ActionScript 3.0

Greensock – biblioteca de tweens para utilização com aplicações em AS3

MapsTouch – framework de multitoque para uso com a API GoogleMaps e AS3

LLP (Laser Light Plane) – técnica de construção de superfícies multitoque que funciona com lasers de padrão linear e luz infra-vermelha

Select Server – servidor que escuta uma porta local em busca de dados enviados por um dispositivo de controlo para essa porta, para posterior uso em conjugação com, por exemplo, no caso deste projecto, FLOSC

TouchLib – biblioteca de métodos de interacção multitoque para ActionScript 3.0 (em fase beta)

TUIO – Protocolo desenvolvido para ir de encontro às necessidades das aplicações que recorrem a interfaces de superfícies tangíveis


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publicado por dinisadriano às 00:11

Segunda-feira, 8 de Março de 2010
Quarta Reunião de Orientação

Aos oito dias do mês de Março de dois mil e dez, pelas dezassete horas, realizou-se, na Universidade de Aveiro, no Gabinete do professor Nuno Ribeiro, o grupo de trabalho DeCATouch, em sessão ordinária, presidida por Nuno Ribeiro (Professor proponente e orientador do projecto) e secretariada pelos Capitães Mhytra, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.º - Revisão do trabalho apresentado e desenvolvido até à data;
2.º - Fornecimento de informações relevantes para uma futura melhoria da nota obtida no primeiro momento de avaliação;
3.º - Teste de várias tecnologias de desenvolvimento e teste de plataformas mutitoque;
4.º - Discussão e debate dos objectivos funcionais do trabalho;
5.º - Discussão e debate sobre a relevância, ambição e interesse do projecto;

O presidente da Assembleia Geral iniciou os trabalhos, para aí quinze minutos antes da hora da primeira convocatória, ao abrigo dos estatutos, estando cinco pessoas presentes, como consta da folha de presenças, pela leitura e discussão relativa aos posts realizados anteriormente. Neste aspecto há que salientar a qualidade, diversidade e substancialidade dos mesmos, pois, para além de contemplarem aspectos técnicos ao nível das ferramentas e linguagens a utilizar, demonstram uma pesquisa exaustiva, apresentando toda uma panóplia de informações de interesse específico, colmatando as necessidades próprias do projecto.
No que concerne ao segundo ponto da ordem de trabalhos foi deliberado, por unanimidade, que iremos proceder ao esclarecimento de dúvidas junto dos professores responsáveis pela avaliação da TP01 por forma a percebermos quais os motivos que conduziram a uma classificação que, de forma alguma, nos deixou satisfeitos, com o intuito de podermos ir de encontro aos desígnios do corpo docente. Ainda neste aspecto foram referidos pelo orientador alguns modelos para organização e representação dos demais aspectos do projecto que poderão ser úteis.
Tentou-se, no âmbito do terceiro ponto da ordem de trabalhos, utilizar um iPhone como forma de interacção com uma aplicação em AS3, não tendo, porém, tido sucesso na ligação entre o dispositivo anteriormente referido e um qualquer computador portátil.
Discutiram-se, no que diz respeito ao quarto ponto da ordem de trabalhos, novas funcionalidades a implementar, nomeadamente o recurso a googlemaps para fazer uma navegação pelo campus universitário, e a inclusão de uma "visita virtual" ao Departamento de Comunicação e Arte. Debateram-se ainda especificações a definir para as funcionalidades já incluidas nos documentos de trabalho, procurando, uma maior incisão nas particularidades de cada funcionalidade indicada até ao momento.
Dada a singularidade do objectivo a que nos propusemos atingir (que para além da parte lógica que temos que desenvolver, envolve também a parte física e palpável, do próprio artefacto que consiste numa mesa mutitoque sobre a qual corre uma aplicação que se pretende que seja um elemento atractivo para novos alunos do Departamento), entendeu-se como útil o estabelecimento de objectivos prioritários que diferenciem este projecto dos demais. Neste domínio, sublinharam-se as valências multitoque e multi-utilizador bem como a particularidade desta forma de interacção e artefacto com que a mesma é realizada conferir um aspecto de imersão ao utilizador, fazendo-o esquecer dos normais paradigmas de navegação presentes em qualquer computador pessoal.

E nada mais havendo a tratar, o Professor proponente e orientador do projecto deu por finalizada a reunião de trabalho pelas dezanove horas, da qual se lavrou esta acta, que não vai ser assinada, nos termos de uma coisa qualquer, mas que vai ficar presente neste post para a posteridade.

 


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publicado por samueltraquina às 21:52

Sexta-feira, 5 de Março de 2010
Terceira reunião de orientação

Na terceira reunião de orientação, dia 1 de Março de 2010, começámos por mostrar uma mesa por nós desenvolvida (bastante elementar, sendo constituída unicamente por uma caixa de papelão, uma câmara web no seu interior - com ligação a um computador - e uma moldura de papel vegetal) ao professor que, mesmo assim, ficou agradado com o trabalho desenvolvido. Essa mesa apresenta várias fragilidades, nomeadamente ao nível da iluminação, sendo bastante afectada pelas sombras que se criam quando se pretende interagir com ela.

 Assim, pode-se afirmar que criámos uma MTmini (http://sethsandler.com/multitouch/mtmini/) que apelidámos simpaticamente de "caixote". Este usa a luz ambiente (Diffused Illumination) e uma webcam.

Para o reconhecimento e rastreio do toque usámos a Tbeta que, por sua vez envia os dados para o localhost numa porta definida, temos depois esta mesma porta, a ser escutada com o gateway flosc (http://www.benchun.net/flosc/) que permite, através dos protocolos TUIO, XML ou OSC enviar as coordenadas rastreadas pela Tbeta para o Flash. Aqui está uma demo do nosso "caixote" a correr as já conhecidas demos que são disponibilizadas com a Tbeta.


 

O professor falou-nos posteriormente no AMFPHP que, basicamente, é uma implementação open-source do AMF (Action Message Format) para PHP. Permite a serialização binária dos objectos de ActionScript2 e ActionScript3 quando são enviados através de serviços server side. Esta
será a aplicação que vamos usar para extrair o conteúdo da Base de Dados (inseridos através de um backoffice)  e apresentá-lo num dispositivo multi-toque.


O professor aconselhou-nos a usar a aplicação da Adobe SimTouch que tem como função simular touch events numa plataforma Flash. Basicamente, esta aplicação consiste numa película transparente que se deve colocar sobre a aplicação que nos encontramos a desenvolver que envia touch events para a aplicação através de uma connection class (sendo que actualmente apenas envia toque inicial, toque de movimento e toque final. http://code.google.com/p/simtouch/

 




 


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publicado por fjsbaiao às 12:08

Quinta-feira, 4 de Março de 2010
Mais uma mesa

Esta será certamente das mesas multitoque mais baratas que conseguiremos encontrar, uma vez que apenas iriamos precisar de uma webcam e de um saco de água colorida....

Vale a pena ver o vídeo:

 

 Disponibilizamos igualmente a tese de Mestrado que explica esta técnica e a página do MIT.


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publicado por fjsbaiao às 23:54
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